Patrulha Maria da Penha de Mauá realiza duas prisões em menos de oito horas com apoio do Botão Ana

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Mauá, por meio de sua divisão especializada Patrulha Maria da Penha, efetuou a prisão de dois homens por crimes de violência de gênero em um curto intervalo de tempo entre a noite de sexta-feira (16/05) e a madrugada de sábado (17/05). As intervenções evidenciam o impacto das ferramentas tecnológicas e operacionais adotadas pela administração municipal para o combate à violência doméstica.

Acionamento Tecnológico e Prisão em Flagrante

A primeira prisão ocorreu às 20h05 de sexta-feira, iniciada a partir do disparo do Botão Ana — aplicativo de emergência fornecido a mulheres que estão sob amparo de medidas protetivas de urgência. O sinal de alerta georreferenciado permitiu que a viatura da Patrulha localizasse o agressor nas proximidades da residência da vítima. O homem foi detido por descumprimento de ordem judicial e encaminhado ao 1º Distrito Policial de Mauá, onde a prisão foi ratificada.

Resposta à Tentativa de Feminicídio

A segunda ocorrência foi registrada por volta das 4h de sábado, após equipes serem acionadas em uma unidade de saúde do município. No local, uma mulher recebia atendimento médico após ter sido arremessada de uma escada pelo ex-companheiro, sofrendo múltiplas fraturas e lesões corporais.

A Patrulha Maria da Penha iniciou buscas imediatas com base nas características do suspeito fornecidas pela vítima. O homem foi localizado, detido e levado à delegacia plantonista, onde a autoridade policial lavrou o flagrante por tentativa de feminicídio.

Ampliação da Estrutura de Proteção

Os resultados operacionais refletem a reestruturação promovida pela gestão do prefeito Marcelo Oliveira na Patrulha Maria da Penha. O município promoveu investimentos diretos na divisão, resultando na duplicação da frota de viaturas exclusivas e no aumento do efetivo especializado em três vezes (triplicado).

A expansão do serviço garante maior capilaridade no patrulhamento preventivo e reduz o tempo de resposta aos chamados de urgência emitidos pela rede de proteção à mulher.

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